segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

 

O meu anjo de metal, estava hoje virado de cabeça para baixo, não sei como conseguiu dormir toda a noite assim. Arranjei-o confortavelmente logo que o vi e ouvi gemendo da posição. Creio ter sido propositada esta posição, desenvolvendo um melhor pensamento. A reflexão exacta para que a generalidade dos grandes sonhos ficassem pequenos, (assim como as crises são pensadas na cabeça dos economistas) as costuras a rebentar com o conteúdo quase à mostra e em volta a sobrevivência.
 
Raríssima forma de dormir dos anjos.
Urgência no desenvolvimento da harmonia humana.
 
Este meu anjo de metal dorme agora, não quer acender a gambiarra de Natal, com a qual se predispôs a andar todo o ano, ilumina o mundo com o pensamento, brilhante, capaz de mudar tudo, abraça os animais ao nível do humano, porque eles sim, são capazes de dar a razão da sobrevivência dos homens.

Estejam atentos aos vossos anjos, sentados nos vossos ombros. Eles dizem-vos mais do que a capacidade do que se diz humano.

Inez Andrade Paes


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Conto de Fadas não de Reis


Três Reis
é dia de Reis



sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

CHAMAM ECOTURISMO


 Norte de Moçambique.
Quem se responsabiliza?
Continua a mortandade.



domingo, 29 de dezembro de 2013

Para a serenidade XIX

 
 
 
 
 

 
 
 
 


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

sábado, 14 de dezembro de 2013

LEILÃO NATAL - Sete Pintores e uma Ourives


                                                                        

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

 
      A Nadir Afonso



sinto

sinto a lança do silêncio
reflecte-se no golpe aceso

sinto-te dor
sempre que o braço percorre o movimento
e lança sobre o arco a tensão necessária
para a alma

Erbarme dich, mein Gott
 
Inez Andrade Paes
 
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Levou consigo, aqueles olhos azuis de amor

 

o mesmo azul dos teus olhos transparece na água cálida
em que teu corpo surge

profundo pensamento levanta-se em todo esplendor
de profundo pensador

da tua mão agarrei em paterna dor
ausência liberta
mesmo aquela
cálida          serena        dor
em que sentem Poetas
quando a morte aperta
a garganta
os cala
na mais translúcida água a que pertences

levo-te flores que deposito na margem
as vagas         tranquilas vagas         tocam
no teu olhar azul
todas as pétalas que quis para ti são meu abraço Virgilius

Inez Andrade Paes, em memória de Virgílio de Lemos - 6 de Dezembro 2013


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

        Handel, Messiah Overture for Mandela

 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Julia Lezhneva tão perto de Yma Sumac

Yma Sumac